As Asas São para Voar
As Asas São para Voar
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| Informações gerais | ||||
| Formato | Telenovela | |||
| Criação | Péricles Leal | |||
| Direção | Péricles Leal | |||
| Elenco | Elaine Cristina Líria Marçal Roberto Rocco Rui Luiz Ruthinéa de Moraes | |||
| País de origem | ||||
| Idioma original | português | |||
| Episódios | 102 | |||
| Exibição original | ||||
| Emissora | Rede Bandeirantes | |||
| Transmissão | 10 de março – 7 de julho de 1970 | |||
| Cronologia | ||||
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As Asas São para Voar é uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Bandeirantes entre 10 de março e 7 de julho de 1970, em 102 capítulos, às 19h, inaugurou faixa e sendo sucedida por Cara a Cara.[1]
Elenco
| Intérprete | Personagem |
|---|---|
| Elaine Cristina | Lena |
| Edgard Franco | |
| Liria Marçal | Ana |
| Roberto Rocco | Daniel |
| Ruthinéa de Moraes | |
| Rui Luiz | Fernando |
| Yara Lins |
Bastidores
Após a conclusão de dez capítulos concluídos, foram enviados esses materiais a ditadura militar brasileira. Caso tivesse a liberação para exibição seria exibida, foi o que aconteceu, depois disso as coisas correriam normalmente.[2]
No dia 10 de março de 1970 é noticiado que a Bandeirantes estava de novela nova na grade, às 19h.[3][4] A matéria mais recente encontrada até o momento com a exibição da mesma está na data 07 de julho de 1970, totalizando 102 capítulos exibidos de segunda à sábado.[5]
Essa foi uma tentativa de reabrir a dramaturgia após cinco meses que havia terminado O Bolha. O retorno veio somente oito anos depois com Cara a Cara de Vicente Sesso, inclusive no mesmo horário.[6]
Escolha do elenco
Roberto Rocco já era figura carimbada do teatro. Perdeu a fama de “garoto prodígio” depois que entrou no elenco da novela e ganhou status de ator com prestígio.[7]
Gravações

Devido ao grande estrago do incêndio, foi escolhido esse lugar para fazer as gravações da novela. Em especial, a boa colaboração nas iniciativas do canal na região ajudaram na produção, que também cederam o Bosque Vera Cruz, onde estavam os cenários.[2]
Os cenários de Redenção, foram reutilizados nas filmagens e remontados nos próprios estúdios da Band. Posteriormente eram programadas cenas externas em, por exemplo, nas praias, nos centros das cidades e entre outros lugares.[2]
Como o incêndio afetou os estúdios no Morumbi onde eram gravadas as telenovelas, a emissora era obrigada a se utilizar de outros lugares, com As Asas São para Voar não foi diferente.[8]
Repercussão
Durante seu programa, Elaine Cristina contou que uma das atrizes de elenco tinha condição de ninfomaníaca, e os bastidores da Band ficaram bem agitados.
“Ela era ninfomaníaca. As escadas e os elevadores na época da TV Bandeirantes ficaram famosos”
— Elaine Cristina
A atriz complementa que quando os elevadores chegavam no térreo e tinha uma grande fila, o elenco já suspeitava do que estava acontecendo.[9]
Em uma crítica do jornal Intervalo, foi duramente criticada em todos aspectos, não só de história mas também a produção e direção.[10]
Referências
- ↑ Xavier, Nilson. «As Asas São Para Voar». Teledramaturgia. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ a b c «A Tribuna (SP) - 1970 a 1979 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «A Tribuna (SP) - 1970 a 1979 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Cidade de Santos (SP) - 1967 a 1987 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Intervalo (RJ) - 1963 a 1972 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Xavier, Nilson. «Cara a Cara». Teledramaturgia. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Diario da Noite : Edição Matutina (SP) - 1970 a 1973 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ «Cidade de Santos (SP) - 1967 a 1987 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 22 de janeiro de 2026
- ↑ Elaine Cristina (31 de julho de 2021), ELAINE CRISTINA | ARTE DE VIVER | EP. 23 | DA EXCELSIOR PARA A TV BANDEIRANTES, consultado em 13 de janeiro de 2026
- ↑ «Intervalo (RJ) - 1963 a 1972 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 22 de janeiro de 2026

