Articulação em sela

Articulação em sela

1: Articulação esferóide; 2: Articulação elipsóide; 3: Articulação em sela; 4 Gínglimo; 5: Articulação em pivô;

Ligamentos do pulso.
Identificadores
Latim articulatio sellaris
Gray pág.286

Em uma articulação em sela ou selar as superfícies opostas são reciprocamente côncavas e convexas.[1][2]

Movimentos

Os movimentos são os mesmos de uma articulação condilar; ou seja: flexão, extensão, adução, abdução e circundação, mas não é permitido nenhuma rotação do eixo. Articulações em sela são considerada biaxiais, permitindo movimento nos planos frontal e sagital.

Exemplos

O melhor exemplo é a articulação carpometacarpal do polegar. Outro exemplo é a articulação esternoclavicular.

Referências

  1. Lawry, George V. (1 de janeiro de 2006), Fam, Adel G.; Lawry, George V.; Kreder, Hans J, eds., «Chapter 1 - Anatomy of Joints, General Considerations, and Principles of Joint Examination», ISBN 978-0-323-03003-8, Philadelphia: Mosby, Musculoskeletal Examination and Joint Injection Techniques (em inglês), pp. 1–6, doi:10.1016/b978-0-323-03003-8.50005-2, consultado em 4 de janeiro de 2021 
  2. Watkins, James; Mathieson, Ian (1 de janeiro de 2009), Watkins, James; Mathieson, Ian, eds., «CHAPTER 5 - The articular system», ISBN 978-0-7020-3032-1, Edinburgh: Churchill Livingstone, The Pocket Podiatry Guide: Functional Anatomy (em inglês), pp. 157–181, doi:10.1016/b978-0-7020-3032-1.00005-6, consultado em 4 de janeiro de 2021 

Ligações externas