Arsenura biundulata

Ursa[1]
Arsenura biundulata
Fotografia de A. biundulata em Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.
Fotografia de A. biundulata em Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil.
Fotografia da ursaː A. biundulata; espécime em museu de Auckland, Nova Zelândia.
Fotografia da ursaː A. biundulata; espécime em museu de Auckland, Nova Zelândia.
Classificação científica
Reino: Animalia
Filo: Arthropoda
Classe: Insecta
Ordem: Lepidoptera
Família: Saturniidae
Subfamília: Arsenurinae
Tribo: Arsenurini
Género: Arsenura
Espécie: A. biundulata
Nome binomial
Arsenura biundulata
Schaus, 1906[2][3]
Distribuição geográfica
A mariposa, ou traça, A. biundulata é encontrada no sul da região neotropical.[4]
A mariposa, ou traça, A. biundulata é encontrada no sul da região neotropical.[4]

Arsenura biundulata, denominado vernacularmente ursa,[1] é um inseto da ordem Lepidoptera; uma mariposa, ou traça, noturna e neotropical da família Saturniidae e subfamília Arsenurinae; classificada em 1906 por William Schaus nas páginas 85-86 do texto "Descriptions of new South American moths", publicado nos Proceedings of the United States National Museum, volume 30;[2][3][5] a sua distribuição geográfica sendo endêmica para o Brasil meridional e Argentina, com seu holótipo coletado no Rio Grande do Sul.[4][5] Eurico Santos diz ser uma "magnífica mariposa de 155 mm de envergadura";[1] o termo de seu descritor específico, biundulata, provavelmente se referindo aos desenhos formando linhas onduladas na parte interna das asas.

Referências

  1. a b c SANTOS, Eurico (1985). Zoologia Brasílica, vol. 10. Os Insetos 2ª ed. Belo Horizonte: Itatiaia. p. 47. 246 páginas 
  2. a b «Arsenura biundulata Schaus, 1906» (em inglês). GBIF. 1 páginas. Consultado em 24 de dezembro de 2024 
  3. a b «Arsenura biundulata Schaus, 1906». SiBBr - Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira. 1 páginas. Consultado em 24 de dezembro de 2024 
  4. a b Bustos, Ezequiel O. Núñez (2015). «Catálogo preliminar de Saturniidae de Argentina, con veintiún nuevos registros (Lepidoptera: Saturniidae)» (em espanhol). Tropical Lepidoptera Research, 25(1) (ResearchGate). p. 24. Consultado em 24 de dezembro de 2024. Solo conocida previamente del sur de Brasil, de donde se la creía endémica (Lemaire, 1978). En Río Grande do Sul (Brasil) parece ser bastante común (Prestes et al., 2009). 
  5. a b Schaus, William (1906). «Descriptions of new South American moths» (em inglês). Proceedings of the United States National Museum Volume 30. (Washington, Smithsonian Institution Press/Biodiversity Heritage Library). p. 85-86. Consultado em 24 de dezembro de 2024