Arquivo Histórico do Rio Grande do Sul

Na imagem podemos ver duas portas, uma das quais ladeada por um banner que diz AHRS.
Entrada do AHRS no segundo andar do Memorial do Rio Grande do Sul.

O Arquivo Histórico do Estado do Rio Grande do Sul, AHRS é uma instituição subordinada a Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul através da Lei 2.345, de 29 de janeiro de 1954. Sua principal função é guardar e conservar a documentação histórica de origem pública, principalmente do Poder Executivo, e privado [1].

Conta com um acervo formado por mais de 10 milhões de documentos [1], representando um das maiores instituições documentais relativas ao Estado e um dos principais locais de memória do Rio Grande do Sul. O acesso à documentação é público, gratuito e irrestrito. Os interessados no acervo são assessorados elo corpo técnico, composto de profissionais da área de história e estagiários da mesma área.[carece de fontes?]

Além de organizar e preservar todo acervo, o arquivo realiza exposições a partir da documentação que abriga e grande difusão de seu acervo documental através da publicação de anais e catálogos. Todos dispostos em forma digital na sua aba no site da Secretaria da Cultura do estado do Rio Grande do Sul [2].

O AHRS tem assento como membro titular no Sistema de Arquivos do Rio Grande do Sul, ao qual também faz parte o Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul.[carece de fontes?]

O prédio do AHRS:

Localizado na Rua Sete de Setembro, número 1020, na praça Barão do Rio Branco também conhecida como Praça da Alfândega, o prédio onde abriga o Arquivo Histórico Rio Grande do Sul foi inaugurado em 1914. Foi projetado pelo arquiteto alemão Theo Wiederspahn, e construído por Rudolf Ahrons, autor do projeto estrutural, entre 1910 e 1913. Inicialmente o prédio abrigava os Correios e Telégrafos da cidade [3] .

Prédio do Memorial do Rio Grande do Sul, onde o Arquivo Histórico se localiza.

O prédio foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional(IPHAN) em 1981 e consta no livro Tombo Histórico e Tombo Belas Artes, passando por um processo de recuperação a partir de 1998 [3]. Este local tornou-se o Museu Postal, a partir de 1996, por convênio com a prefeitura. Em fevereiro de 2000, a partir do Decreto n° 39.986, tornou-se o Memorial do Rio Grande do Sul, instituição da Secretaria de Estado da Cultura (Sedac), como um espaço voltado à preservação e fomento da memória histórica e cultural do Rio Grande do Sul [4].

Referências

  1. a b «Sobre». Secretaria da Cultura. 9 de abril de 2021. Consultado em 24 de abril de 2024 
  2. «Exposições». Secretaria da Cultura. 9 de abril de 2021. Consultado em 23 de abril de 2024 
  3. a b «Porto Alegre – Correios e Telégrafos | ipatrimônio». Consultado em 23 de abril de 2024 
  4. «Wayback Machine». web.archive.org. 5 de setembro de 2013. Consultado em 23 de abril de 2024