Apeadeiro de Damaia
Damaia
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| Identificação: | (Damaia)[1] | ||
| Administração: | Infraestruturas de Portugal (até 2020: centro;[3] após 2020: sul)[4] | ||
| Classificação: | Apeadeiro[2] | ||
| Linha(s): | Linha de Sintra (PK 7+867) | ||
| Altitude: | 101 m (a.n.m) | ||
| Coordenadas: | 38°44′53.12″N × 9°12′59.02″W (=+38.74809;−9.21639) | ||
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| Município: | |||
| Serviços: | sem serviços | ||
| Inauguração: | |||
| Encerramento: | 1999 | ||

O apeadeiro de Damaia, ou da Damaia,[5] foi uma gare ferroviária na Linha de Sintra, que servia a localidade de Damaia, no concelho de Amadora, em Portugal.
Descrição
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Localização e acessos
Esta interface situava-se no centro da localidade nominal. Não dispunha de edifício de passageiros,[2] mas as plataformas estavam equipadas com abrigos.[carece de fontes]
Infraestrutura
Como apeadeiro numa linha de via dupla, esta interface apresentava-se nas duas vias de circulação, cada uma acessível por plataforma.[2] Junto a esta interface, no sentido de Sintra (ao PK 7+982), situava-se a bifurcação que dava acesso às instalações da Sorefame.[1]
História

Esta interface inseria-se no troço da Linha de Sintra entre as estações de Sintra e Alcântara-Terra, que entrou ao serviço em 2 de Abril de 1887, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.[6] O apeadeiro da Damaia não fazia porém parte do elenco original de interfaces,[7] tendo sido inaugurado mais tarde, entre 1888 e 1902.[8]
Em 1934, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses fez grandes obras de reparação em Damaia.[9]
A 31 de Janeiro de 1980 ocorreu uma colisão entre dois comboios no lanço entre Amadora e esta interface, provocando setenta feridos.[10]
O programa de modernização da Linha de Sintra, na década de 1990, previa a quadruplicação da via férrea e a construção de várias novas estações, incluindo a de Santa Cruz - Damaia, que substituiria ambos os apeadeiros com esses nomes.[11] Este projecto foi concluído em 1999.[12]

Ver também
Referências
- ↑ a b (I.E.T. 50/56) 56.º Aditamento à Instrução de Exploração Técnica N.º 50 : Rede Ferroviária Nacional. IMTT, 2011.10.20
- ↑ a b c (anónimo): Mapa 20 : Diagrama das Linhas Férreas Portuguesas com as estações (Edição de 1985), CP: Departamento de Transportes: Serviço de Estudos: Sala de Desenho / Fergráfica — Artes Gráficas L.da: Lisboa, 1985
- ↑ Diretório da Rede 2021. IP: 2019.12.09
- ↑ Diretório da Rede 2025. I.P.: 2023.11.29
- ↑ OCHÔA, Rui (8 de Fevereiro de 2009). «31 de Janeiro de 1980 Falhas técnicas». Expresso. Consultado em 20 de Dezembro de 2023
- ↑ TORRES, Carlos Manitto (16 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1682). p. 61-64. Consultado em 14 de Setembro de 2014
- ↑ «Guia annunciador do viajante luso-brasileiro: indicador official dos caminhos de ferro e da navegação». Biblioteca Nacional Digital. Ano 10 (37). Lisboa: Empreza do Guia Annunciador. 1888. p. 104-105. Consultado em 25 de Setembro de 2018
- ↑ Anúncio de 1902, relativo aos bilhetes entre Alcântara - Terra, Rossio, e Sintra, incluindo o apeadeiro de Damaia.
- ↑ «O que se fez nos Caminhos de Ferro Portugueses, durante o ano de 1934» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1130). 16 de Janeiro de 1935. p. 50-51. Consultado em 9 de Abril de 2017
- ↑ «Setenta feridos em choque de comboios». Diário de Lisboa. Ano 59 (20169). Lisboa. 31 de Janeiro de 1980. p. 1, 24. Consultado em 18 de Dezembro de 2023 – via Casa Comum / Fundação Mário Soares
- ↑ MARTINS et al, 1996:216
- ↑ «Barcarena e Cacém até 2012». Correio da Manhã. 6 de Dezembro de 2006. Consultado em 9 de Abril de 2017
Bibliografia
- MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado. O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas
Ligações externas
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