Antônio Francisco Leal Lobo

Antônio Lobo
Nome completoAntônio Francisco Leal Lobo
Nascimento
Morte
24 de junho de 1916 (45 anos)

São Luís
Nacionalidadebrasileiro
OcupaçãoPoeta
Jornalista
tradutor
Magnum opusOs novos atenienses (1909)

Antônio Francisco Leal Lobo (São Luís, 4 de julho de 1870 - São Luís, 24 de junho de 1916), foi um jornalista, poeta, romancista, professor, tradutor e publicista.

Biografia

Foi professor da Escola Normal e do Seminário das Mercês. Dirigiu superiormente o antigo Liceu Maranhense, a Instrução Pública e a Biblioteca Pública.[1]

Como jornalista foi redator e colaborador de muitos órgãos da imprensa de São Luís, como ”Pacotilha”, “A Tarde”, “O Jornal”, “Diário do Maranhão”, “Federalista”, “Revista Elegante” e a “Revista do Norte”.[2]

Foi um dos fundadores da Academia Marenhense de Letras (AML) ali instituiu a Cadeira Nº 14, patrocinada por Nina Rodrigues.[3]

Foi casada com Lucrécia da Cunha Lobo, união da qual nasceu uma filha, Maria Luiza Lobo, igualmente escritora[4].

Obras

  • A carteira de um neurastênico (1903)
  • Positivismo e micróbrios (1908)
  • A doutrina transformista e a variação microbiana (1909)
  • Os novos atenienses (1909)
  • Pela Rama (1911)
  • A política maranhense (1916)

Traduções

Verteu para o português os romances Henrietta de François Coppée, publicado em 1893 e Debalde de Henryk Sienkiewicz, publicado em 1901. Em parceria com Fran Paxeco traduziu a comédia Juiz sem juízo de A. Bisson, , publicado em 1910.

Referências bibliográficas

  1. «ANTÔNIO FRANCISCO LEAL LÔBO». Issuu (em inglês). Consultado em 14 de abril de 2025. Cópia arquivada em 16 de abril de 2025 
  2. «Antônio Francisco Leal Lôbo – Academia Maranhense de Letras». Consultado em 14 de abril de 2025. Cópia arquivada em 15 de abril de 2025 
  3. «IBGE - Biblioteca». IBGE - Biblioteca. Consultado em 14 de abril de 2025. Cópia arquivada em 15 de abril de 2025 
  4. «ANTÔNIO LÔBO». memoria.bn.gov.br. 1 de março de 1937. Consultado em 2 de fevereiro de 2026 

Ligações externas

Precedido por
Nina Rodrigues
(patrono)
AML - fundador da cadeira 14
1908 — 1916
Sucedido por
Aquiles Lisboa