António Torres de Aboim

António Torres de Aboim
Nome completoAntónio Correia Manuel Torres de Aboim
Conhecido(a) porAlmirante miguelista na Batalha do Cabo de São Vicente
Nascimento
Morte
20 de março de 1834 (58 anos)

ResidênciaSão Cristóvão e São Lourenço
Nacionalidadeportuguesa
ProgenitoresMãe: Maria Leocádia das Neves Torres (1750 – 1826)
Pai: José Correia Manuel de Aboim (1746 – 1807)
Casamento dos progenitores1774
CônjugeIria Teresa de Locio y Seilby
Filho(a)(s)Maria Correia Manuel Torres de Aboim (1803 – 1825)
Serviço militar
PaísReino de Portugal
D. Miguel I (na Guerra Civil)
PatenteAlmirante
ConflitosGuerras Peninsulares
Guerra Civil Portuguesa
* Batalha do Cabo de São Vicente (1833)
ReligiãoCatólico Apostólico Romano

António Correia Manuel Torres de Aboim (Anjos, Lisboa, 14 de julho de 1775São Cristóvão e São Lourenço, Lisboa, 20 de março de 1834) foi um oficial da Armada Portuguesa, onde atingiu o posto de contra-almirante, que se notabilizou como o chefe da esquadra miguelista derrotada na batalha do Cabo de São Vicente. Havia sido punido com uma suspensão de três anos em consequência da derrota portuguesa sofrida frente a uma força argelina em 1810.[1][2]

Biografia

António Correia Manuel Torres e Aboim nasceu na freguesia dos Anjos da cidade de Lisboa a 14 de julho de 1775. Filho do Tenente-Coronel de infantaria José Correia Manuel de Aboim (1746 – 1807) e de D. Maria Leocádia das Neves Torres (1750 – 1826), como seu pai, António decidiu seguir a carreira militar, tendo ingressado na Armada. Casou-se, em 1796, com D. Iria Teresa de Locio y Seilby (1778 – 1833).

António Correia Manuel Torres e Aboim participou, também, nas Guerras Peninsulares. No ano de 1810, é punido com uma suspensão de três anos em consequência de uma derrota portuguesa frente a uma força argelina em 1810.[2]

Durante a Guerra Civil Portuguesa, António Torres e Aboim toma o lado miguelista, tendo sido oficial superior de Divisão. Fez parte da Batalha do Cabo de São Vicente, onde comanda duas naus, duas fragatas, três corvetas e dois brigues.[3]

No ano seguinte ao da morte da sua esposa, a 20 de março de 1834, falece António Torres de Aboim, no Hospital Militar do Convento de São Francisco da Cidade.[1]

Referências

  1. a b Livro de registo de óbitos de São Lourenço Lisboa (1834)
  2. a b Decreto de 9 de Maio de 1815.
  3. «Revista da Armada». Consultado em 10 de outubro de 2025