Anathallis dryadum

Anathallis dryadum
Classificação científica
Reino: Plantae
Clado: Angiospermas
Clado: Monocotiledôneas
Ordem: Asparagales
Família: Orchidaceae
Gênero: Anathallis
Espécie: Anathallis dryadum
Nome binomial
Anathallis dryadum
(Schltr.) Pridgeon & M.W.Chase
Sinónimos
  • Pleurothallis dryadum Schltr.
  • Specklinia dryadum (Schltr.) Luer
  • Physosiphon dryadum (Schltr.) Luer

Anathallis dryadum é uma erva endêmica do Brasil, descrita pela primeira vez em 1922 por Schlechter como Pleurothallis dryadum, mas passou para o gênero Anathallis em 2004, a espécie é comumente encontrada nas regiões sul e sudeste do país.[1]

Descrição

A pequena espécie é da mata atlântica do sul e sudeste do Brasil, seu crescimento é crespitoso, com caule muito fino e unifliado e com cerca de 3cm de comprimento, chegando no máximo a 5cm de altura somados suas folhas e seu caule. Forma touceiras de muitas folhas verde-escuras e obovadas. Suas inflorescências têm cerda de 5cm e brotam da base de suas folhas, cada uma com duas ou três delas, podendo ter até sete folhas por insflorescência. Suas flores tem aparência de cor amarela pálida e meio translúcidas, medindo em uma média de 7mm de diâmetro.[1]

Vale lembrar que o gênero Anathallis, embora proposto por Barbosa Rodrigues já em 1877, desde então sempre ficou subordinado a Pleurothallis. Somente na virada do século XX para o século XXI, através de Fabio de Barros, Anathallis retomou sua condição de gênero, com o agrupamento de diversas espécies com características afins. Em seguida, Pridgeon e Chase trouxeram para Anathallis diversas espécies de Pleurothallis que até então estavam agrupadas em outras seções do gênero, e alguns anos depois, várias das espécies reunidas no gênero Panmorphia foram trazidas por Luer para Anathallis, num processo que permanece em andamento, com diversas publicações e combinações novas envolvendo o gênero nos últimos anos.[1]

Taxonomia

O nome da espécie tem origem do termo grego "dríade", as ninfas dos bosques da mitologia grega.[1]

Sinônimos

  • Pabstiella dryadum (Schltr.) Luer 2008;
  • Pleurothallis maculosa Garay 1951;
  • Specklinia dryadum (Schltr.) Luer 2004.[2]