Alvimar Eustáquio de Oliveira
| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Alvimar Eustáquio de Oliveira | |
| Data de nasc. | 20 de fevereiro de 1948 (77 anos) | |
| Local de nasc. | Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil | |
| Apelido | Mazinho Deus de Ébano | |
| Informações profissionais | ||
| Posição | centroavante | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos (golos) |
| 1969–1971 1971 1972–1974 1974 1975–1977 1978 1979–1980 |
Paulista Santos Grêmio → Fluminense (emp.) Santa Cruz Bahia Ferroviária |
33 (9) 124 (33) |
| Times/clubes que treinou | ||
| 1984 1985–1986 1986 1989 2005 |
Palmeiras (auxiliar técnico) Sport (auxiliar técnico) Cruzeiro (auxiliar técnico) Mogi Mirim Brasiliense (juniores) |
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Alvimar Eustáquio de Oliveira, mais conhecido como Mazinho (Belo Horizonte, 20 de fevereiro de 1948) é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como centroavante.
Mazinho é tio do ex-zagueiro Cléber, conhecido como "Clebão".[1][2]
Carreira
Jogador
Mazinho começou sua carreira no Paulista de Jundiaí[1][3], onde ganhou destaque no Campeonato Paulista de 1970.[4]
No segundo semestre de 1971, seu passe foi negociado com o Santos[1][3], onde disputou muito bem o Campeonato Brasileiro de 1971[4][5], fez 33 jogos e marcou 9 gols.
Em 1972, chegou ao Grêmio[1][5], contratado por 150 mil cruzeiros e o passe de Alcindo.[3] Estreou em 11 de fevereiro, em amistoso contra o Newell's Old Boys, no estádio Olímpico. No clube, se destacou nos dois primeiros anos[3], mas foi preterido pelo técnico Daltro Menezes, que preferia o atacante Laírton.[4] Ficou no clube até julho de 1974, onde atuou em 124 partidas e marcou 33 gols.
Em 1974, Mazinho atuou no Fluminense[1] por empréstimo.[4]
Em fevereiro de 1975, recebeu uma proposta do Santa Cruz.[1][4][6] Em agosto do mesmo ano, foi acusado de doping[6] em uma partida pelo Campeonato Pernambucano diante do América e recebeu com uma suspensão preventiva de 60 dias.[4][7][8] No Campeonato Brasileiro de 1975, Mazinho atravessava um grande momento[6][9], quando sofreu uma grave contusão[7], onde teve que passar por cirurgia.[4] Ficou conhecido na época como "O Deus de Ébano".[9]
Em 1978, Mazinho foi negociado com o Bahia.[1][4]
Em 1979, estava na Ferroviária de Araraquara[4], onde encerrou a carreira como jogador e iniciou a de técnico.[1][2]
Treinador
Mazinho foi treinador do Ituano-SP, do Radium de Mococa-SP, do Jaboticabal-SP, do Jalesense-SP, do Mogi Mirim-SP[10], da Caldense-MG, do Tupã-SP, do Confiança-SE, do Corinthians de Alagoas e dos juniores da Ponte Preta.[1][4]
Mazinho já trabalhou também como auxiliar técnico de Carlos Alberto Silva no Palmeiras, Cruzeiro e Sport Recife.[1]
Em abril de 2005, assumiu a divisão de juniores do Brasiliense.[1]
Referências
- ↑ a b c d e f g h i j k «Mazinho - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 18 de setembro de 2024
- ↑ a b www.cmararaquara.sp.gov.br https://www.cmararaquara.sp.gov.br/Noticia/Imprimir/34572. Consultado em 18 de setembro de 2024 Em falta ou vazio
|título=(ajuda) - ↑ a b c d Abril, Editora (28 de junho de 1974). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril
- ↑ a b c d e f g h i j tardesdepacaembu (25 de outubro de 2019). «Mazinho… o futebol é uma gangorra». TARDES DE PACAEMBU. Consultado em 18 de setembro de 2024
- ↑ a b Abril, Editora (19 de outubro de 1973). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril
- ↑ a b c Abril, Editora (7 de novembro de 1975). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril
- ↑ a b Abril, Editora (11 de março de 1977). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril
- ↑ Abril, Editora (26 de setembro de 1975). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril
- ↑ a b CAVALCANTE, Postado por ED. «Mazinho - 1975-1977». Consultado em 18 de setembro de 2024
- ↑ Abril, Editora (17 de fevereiro de 1989). Placar Magazine. [S.l.]: Editora Abril