Agustín Lara

Agustín Lara
Detalhe do Monumento a Agustín Lara, esculpido em bronze pelo artista mexicano Humberto Peraza e inaugurado em 1975, em Madri.
Informações gerais
Nome completoÁngel Agustín María Carlos Fausto Mariano Alfonso del Sagrado Corazón de Jesús Lara y Aguirre del Pino
Nascimento30 de outubro de 1897
Tlacotalpan, México
Morte6 de novembro de 1970 (73 anos)
Cidade do México, D.F.
México
Nacionalidademexicano
Gênero(s)Música popular mexicana, Bolero
OcupaçãoCompositor, ator cantor
Período em atividade1922 - 1968
Afiliação(ões)María Félix, Pedro Vargas, Toña la Negra

Ángel Agustín María Carlos Fausto Mariano Alfonso Rojas Canela del Sagrado Corazón de Jesús Lara y Aguirre del Pino (Tlacotalpan, 30 de outubro de 1897Cidade do México, 6 de novembro de 1970), mais conhecido como Agustín Lara, foi um compositor e cantor mexicano.

Compôs mais de 700 canções, na maioria boleros.

Biografia

Ainda criança, mudou-se com a família para a capital do país. Depois da morte de sua mãe, Agustín e seus irmãos viveram em um hospício administrado por sua irmã mais velha, chamado Refugio Aguirre del Pino, onde teve seu primeiro contato com a música.

A primeira composição de Agustín foi "Marucha”, em homenagem ao seu primeiro amor. Em 1927 ele já estava trabalhando em cabarés. Em 1929. começou a trabalhar com o tenor Juán Arvizu, como compositor e acompanhante. Em setembro de 1930, iniciou uma bem-sucedida carreira no rádio. Ao mesmo tempo, atuava e compunha músicas para filmes, como Santa (1931).

Sua primeira turnê em Cuba não obteve sucesso, devido a agitações políticas naquela ilha. Depois, viajou pela América do Sul, sempre compondo — “Solamente una vez” (feita em Buenos Aires e dedicada a José Mujica), “Veracruz”, “Tropicana” e “Pecadora” torná-lo-iam ainda mais famoso.

Lara também foi conhecido por suas conquistas amorosas, entre elas Maria Félix, sua futura esposa e a quem dedicou algumas canções, como “Maria Bonita”, “Aquel Amor” e “Noche de Ronda”.

No início da década de 1940, Agustín tornou-se famoso na Espanha. Em 1965, o ditador Francisco Franco lhe deu uma linda casa em Granada, por causa das composições com temas espanhóis, como “Toledo”, “Granada”, “Seville” e “Madrid”. Agustín recebeu ainda várias outras honras e condecorações por todo o mundo.

Em 1968 a saúde de Agustín começou a enfraquecer rapidamente; um acidente, no qual fraturou a pélvis, contribuiu para agravar ainda mais seu estado. Morreu em 1970 e foi enterrado na Rotonda de los Hombres Ilustres do Panteón de Dolores, na cidade do México.

Intérpretes mais importantes

Muitos cantores, de várias nacionalidades, gravaram composições de Agustín Lara. A lista abaixo é incompleta.