Aguinaldo Secco
| Informações pessoais | ||
|---|---|---|
| Nome completo | Aguinaldo Secco | |
| Data de nascimento | 22 de setembro de 1937 (88 anos) | |
| Local de nascimento | Santos, São Paulo, Brasil | |
| Apelido | Ankito[1] | |
| Informações profissionais | ||
| Período em atividade | 1955–1962 (8 anos) | |
| Posição | ponta-de-lança | |
| Clubes de juventude | ||
| 1955 | Jabaquara | |
| Clubes profissionais | ||
| Anos | Clubes | Jogos e gol(o)s |
| 1955–1958 1959–1960 1960–1961 1961–1962 |
Jabaquara Santos Náutico Bahia |
6 (3) |
Aguinaldo Secco (Santos, 22 de setembro de 1937) é um ex-futebolista brasileiro que atuava como ponta-de-lança.[2][3]
Carreira
Após uma passagem no futebol amador pelo Flor do Norte FS[4][5], começou a jogar nas categorias de base do Jabaquara[6][7][8] em 1955, aos 18 anos, como juvenil[2][3]. Naquele ano, conquistou o título de Campeão Santista da categoria, derrotando a equipe do Santos Futebol Clube, de Pelé, com quem criou uma rivalidade.[3]
Em 1959, foi contratado para jogar profissionalmente pelo Santos[2].[3] Logo em sua estreia, substituiu Pelé, que estava contundido, e marcou dois dos 12 gols do placar de 12 a 1 contra a Ponte Preta, até hoje a maior goleada da história do clube.[3] Apesar dos bons resultados apresentados em campo, sua rivalidade Pelé aumentava e, após se preterido da final do Campeonato Paulista de 1959, da qual o Santos viria a ser derrotado pelo Palmeiras, insatisfeito, decidiu não atuar mais pelo Alvinegro e deixou o clube.[3]
Se transferiu para o Náutico[9][10], onde foi campeão pernambucano em 1960, quebrando um jejum de quase seis anos da equipe recifense de conquistas.[2][3][8] Naquele ano, também foi considerado o melhor jogador do campeonato estadual.[3]
No ano seguinte, chegou ao Bahia[11][12][13], onde foi bicampeão baiano em 1961 e 1962 e vice-campeão da Taça Brasil de 1961.[2][3][8] O fato de se machucar constantemente, fez com que perdesse espaço no time para Didico.[8]
Parou de jogar precocemente aos 25 anos, a pedido da esposa, quando decidiram se casar.[2][8]
Títulos
Náutico
- Campeonato Pernambucano: 1960
Bahia
- Campeonato Baiano: 1961, 1962
Individuais
- Melhor jogador do Campeonato Pernambucano: 1960[3]
Referências
- ↑ https://www.google.com.br/books/edition/Her%C3%B3is_de_59/b34wEAAAQBAJ?hl=pt-BR&gbpv=1&dq=%22Aguinaldo+Secco%22&pg=PT110&printsec=frontcover
- ↑ a b c d e f «Aguinaldo Secco - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ a b c d e f g h i j «Rivalidade com Pelé tirou jogador do Santos | Agemt | Jornalismo PUC-SP». agemt.pucsp.br. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ «O Diário (SP) - 1939 a 1967 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ «A Tribuna (SP) - 1950 a 1959 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ «Diário da Noite (SP) - 1927 a 1980 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ Rocha, Moacyr (4 de agosto de 2021). Fazenda Restinga: O início de tudo. [S.l.]: Edições Shalom. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ a b c d e Matos, Antônio (1 de fevereiro de 2021). Heróis de 59. [S.l.]: Solisluna Editora. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ «Diario de Pernambuco (PE) - 1960 a 1969 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ «Diario de Pernambuco (PE) - 1960 a 1969 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ «Diario de Pernambuco (PE) - 1960 a 1969 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ «Jornal dos Sports (RJ) - 1960 a 1969 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 31 de julho de 2025
- ↑ «Diario de Pernambuco (PE) - 1960 a 1969 - DocReader Web». memoria.bn.gov.br. Consultado em 31 de julho de 2025