Ady Raul da Silva

Ady Raul da Silva
Conhecido(a) pormelhoramento do trigo para cultivo no cerrado
Nascimento
Morte
18 de setembro de 2011 (94 anos)

ResidênciaBrasil
Nacionalidadebrasileiro
CônjugeElza Maria Ribeiro da Silva
Alma materUniversidade Federal de Viçosa
PrêmiosGrã-cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico (1996)
Carreira científica
Instituições
Campo(s)Agronomia

Ady Raul da Silva (Rio de Janeiro, 8 de fevereiro de 1917Pelotas, 18 de setembro de 2011) foi um agrônomo, pesquisador e professor universitário brasileiro.

Grande oficial da Ordem Nacional do Mérito Científico e membro titular da Academia Brasileira de Ciências (1990), foi professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Universidade Federal do Paraná e Universidade Federal de Pelotas e pesquisador da Embrapa.[1]

Biografia

Ady nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1917. Formou-se em Agronomia pela Escola Superior de Agricultura e Veterinária de Viçosa (a atual Universidade Federal de Viçosa), em 1937. Pela Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, defendeu o mestrado em 1946 e o doutorado em 1954.[1]

De volta ao Brasil, foi professor de várias universidades federais, a última sendo a Universidade Federal de Pelotas, de onde se aposentou. Foi pesquisador do Ministério da Agricultura, da Embrapa e do CNPq. Em 1966, criou a Pesquisa Agropecuária Brasileira, hoje editada pela Embrapa.[1][2]

Ady foi pioneiro no melhoramento genético do trigo no Brasil para a implantação de lavouras no cerrado.[3][4] Ady apontou, ainda em seu doutorado, que a região central do Brasil poderia produzir trigo o suficiente para que o país não precisasse mais importar o cereal.[5]

Referências

  1. a b c «Ady Raul da Silva». Academia Brasileira de Ciências. Consultado em 19 de fevereiro de 2021 
  2. Gilberto Cunha (ed.). «O construtor da triticultura tropical». O Nacional. Consultado em 19 de fevereiro de 2021 
  3. Aroldo Gallon Linhares (ed.). «A lição do trigo no Mercosul». Agrolink. Consultado em 19 de fevereiro de 2021 
  4. «Dia de Campo da Coopa-DF». Dia de Campo. Consultado em 19 de fevereiro de 2021 
  5. Geraldo Hasse (ed.). «No rastro da soja, trigo trilha o caminho do cerrado». Empresas & Negócios. Consultado em 19 de fevereiro de 2021