Adalberto Nader
Adalberto Nader | |
|---|---|
![]() Adalberto Nader | |
| Deputado Federal pelo Espírito Santo | |
| Período | 1.º de fevereiro de 1971 até 9 de maio de 1971 |
| Sucessor(a) | Dirceu Cardoso |
| Deputado Estadual pelo Espírito Santo | |
| Período | 1963-1967 |
| Vereador de Vitória | |
| Período | 1959-1963 |
| Dados pessoais | |
| Nome completo | Adalberto Simão Nader |
| Nascimento | 17 de janeiro de 1932 Vitória, Espírito Santo, Brasil |
| Morte | 9 de maio de 1971 (39 anos) [nota 1] |
| Nacionalidade | brasileiro |
| Alma mater | Universidade Federal do Espírito Santo |
| Partido | PTB (1958–1965) MDB (1966–1971) |
| Profissão | advogado, servidor público |
Adalberto Simão Nader, ou simplesmente Adalberto Nader, (Vitória, 17 de janeiro de 1932 – [nota 1], 9 de maio de 1971) foi um advogado, servidor público e político brasileiro, outrora deputado federal pelo Espírito Santo.[1][2]
Dados biográficos
Filho de Félix Simão Nader e Brígida Simão Nader. Advogado formado na Universidade Federal do Espírito Santo e funcionário público lotado no Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários (IAPI), elegeu-se vereador em Vitória via PTB em 1958, chegando à presidência da Câmara Municipal dois anos mais tarde.[1][2] Eleito deputado estadual em 1962, presidiu a Assembleia Legislatival. Devido às regras do Regime Militar de 1964, ingressou no MDB sendo candidato a suplente de senador na chapa de Solon Marques em 1966, não se elegendo por conta das sublegendas.[3][4][5][nota 2] Eleito deputado federal em 1970, faleceu no curso do mandato.[6][7][nota 3]
Existe uma avenida batizada com o seu nome na capital capixaba.[8]
Notas
- ↑ a b Não foi possível determinar seu local de falecimento, cuja data é divergente conforme o Centro de Pesquisa e Documentação da Fundação Getúlio Vargas e a Câmara dos Deputados, pois a primeira fonte aponta 8 de maio como o dia de sua morte.
- ↑ Instituída pelo Ato Complementar Número Quatro, de 20 de novembro de 1965, a sublegenda permitia o lançamento de até três candidatos a senador, por exemplo. Neste caso, o candidato do MDB obteve a maior votação individual, mas perdeu a eleição porque a soma dos votos de Carlos Lindenberg e Jefferson de Aguiar, candidatos da ARENA, foi maior que a da oposição. Na prática, o partido mais votado garantiu para Carlos Lindenberg um mandato de senador. As sublegendas foram alteradas ao longo dos anos e extintas pela Lei n.º 7.551, de 12 de dezembro de 1986.
- ↑ A morte de Adalberto Nader resultou na efetivação de Dirceu Cardoso como deputado federal.
Referências
- ↑ a b BRASIL. Fundação Getúlio Vargas. «Biografia de Adalberto Nader no CPDOC». Consultado em 6 de setembro de 2025
- ↑ a b BRASIL. Câmara dos Deputados. «Biografia do deputado Adalberto Nader». Consultado em 6 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1966». Consultado em 6 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Senado Federal. «Ato Complementar Número Quatro, de 20/11/1965». Consultado em 6 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Senado Federal. «Lei n.º 7.551, de 12/12/1986». Consultado em 6 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1962». Consultado em 6 de setembro de 2025
- ↑ BRASIL. Tribunal Superior Eleitoral. «Eleições de 1970». Consultado em 6 de setembro de 2025
- ↑ Fabrício Faustini (9 de abril de 2018). «Mais segura e humanizada, Adalberto Simão Nader é totalmente liberada». vitoria.es.gov.br. Prefeitura de Vitória. Consultado em 7 de setembro de 2025
