Acrasina
Acrasina é um mensageiro químico específico que cada espécie de fungo possui em seu meio celular. Esse produto químico sinaliza para que muitas células individuais se agreguem para formar uma única célula grande ou plasmódio.[1] Uma das primeiras acrasinas a ser identificada foi o AMP cíclico, encontrado na espécie Dictyostelium discoideum por Brian Shaffer,[2] que exibe um padrão espiral pulsante complexo ao formar um pseudoplasmódio.[3]
O termo acrasina recebeu esse nome descritivamente em homenagem à Acrasia, da obra Faerie Queene, de Edmund Spenser, que seduzia homens contra a vontade deles e depois os transformava em bestas.[4]
Extração
Brian Shaffer foi o primeiro a purificar a acrasina, agora conhecida como AMP cíclico, em 1954, usando metanol.[2] A glorina, a acrasina de P. violaceum, pode ser purificada pela inibição da enzima acrasinase de degradação da acrasina com álcool, extraindo com álcool e separando com cromatografia em coluna.[3][4]
Notas
- Este artigo foi inicialmente traduzido, total ou parcialmente, do artigo da Wikipédia em inglês cujo título é «Acrasin».
Referências
- ↑ King, Robert C. (2013). A dictionary of genetics 8th ed. New York: Oxford University Press. ISBN 978-0-19-937686-5. OCLC 871046520
- ↑ a b Shaffer, B. M. (maio de 1953). «Aggregation in Cellular Slime Moulds: in vitro Isolation of Acrasin». Nature (em inglês) (4361): 975–975. ISSN 1476-4687. doi:10.1038/171975a0. Consultado em 1 de maio de 2025
- ↑ a b «Identification of a pterin as the acrasin of the cellular slime mold Dictyostelium lacteum». Proceedings of the National Academy of Sciences United States. 79: 6270–6274. Outubro de 1982. Consultado em 1 de maio de 2025
- ↑ a b «Hunting Slime Molds». Smithsonian Magazine. Consultado em 1 de maio de 2025. Arquivado do original em 27 de setembro de 2009