A Dança Imóvel
| A Dança Imóvel | ||||
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| A Dança Imóvel | ||||
| La danza inmóvil A Dança Imóvel [BR] | ||||
![]() capa da 1ª edição brasileira | ||||
| Autor(es) | Manuel Scorza | |||
| Idioma | castelhano | |||
| País | ||||
| Assunto | Indigenismo | |||
| Gênero | romance | |||
| Lançamento | 1983 | |||
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| Edição brasileira | ||||
| Tradução | Remy Gorga Filho | |||
| Editora | Nova Fronteira | |||
| Lançamento | 1985 | |||
| Formato | Brochura | |||
| Páginas | 245 | |||
| Cronologia | ||||
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Na A Dança Imóvel, seu último romance, Manuel Scorza narra a ficção do personagem inventado, um guerrilheiro, que mergulha profundamente no coração do drama sul-americano. A ação deste livro, que se desenrola em Paris e nas selvas peruanas, gira em torno de um escritor e de sua criatura: um guerrilheiro guevarista numa fuga fantástica pelo labirinto dos rios amazônicos. Scorza nos introduz no mundo dos exililados latino-americanos na capital francesa, em que se misturam as discussões políticas e literárias, os amores e as traições, a boemia e a responsabilidade. O livro foi lançado no Brasil em 1985 e foi traduzido vários idiomas. Manuel Scorza faleceu em 27 de novembro de 1983, aos 54 anos.[1][2][3][4][5][6][7]
Referências
- ↑ [1][ligação inativa]
- ↑ Imperialismo E Cultura: A Criminalização Por Drogas Na (Da) América Latina Alexandre Miguel França publicado pela UERJ como parte do XV Encontro Regional de História - ANPUH-Rio em 27 de julho de 2012
- ↑ A dança imóvel de Scorza e o tempo como ferramenta metodológica por Maria Luiza de Castro Muniz*[ligação inativa]
- ↑ A regra do jogo, (p.202) por Cláudio Abramo - publicado pela Companhia das Letras,em 1988
- ↑ Bom dia, nossos queridos defuntos http://correiodobrasil.com.br/noticias/opiniao/bom-dia-nossosqueridos-defuntos/151024/ Arquivado em 28 de maio de 2014, no Wayback Machine.
- ↑ A dança imóvel entre o passado e o rosto sem olhos do futuro[ligação inativa] por Cláudia Luna (UFRJ)
- ↑ SYLVIA COLOMBO (2 de setembro de 2000). «"A TUMBA DO RELÂMPAGO" Prosa fantástica e engajada vê Peru que não mudou». Empresa Folha da Manhã S/A. Consultado em 13 de abril de 2013


