É a Maior!
É a Maior!
| |
|---|---|
| Brasil 1958 • pb • 65 min | |
| Género | comédia |
| Direção | Carlos Manga |
| Roteiro | José Cajado Filho |
| Elenco | Sônia Mamede Nádia Maria Walter D'Ávila Cyll Farney |
| Cinematografia | Özen Sermet |
| Companhia produtora | Atlântida Cinematográfica |
| Distribuição | União Cinematográfica Brasileira S.A. |
| Lançamento |
|
| Idioma | português |
É a Maior! é um filme brasileiro de 1958, dirigido por Carlos Manga e produzido pela Atlântida Cinematográfica.
Tema
O enredo acompanha a rádio Movimento, que se encontra à beira da falência. Em meio à ausência de uma programação estruturada, seu diretor, Evaristo, implementa um programa destinado a calouros. Em uma das edições, duas participantes se destacam, provocando reações antagônicas no público e atraindo o interesse de dois empresários de grande influência. O envolvimento desses empresários gera patrocínios que proporcionam a revitalização da emissora, mas, simultaneamente, origina conflitos decorrentes da rivalidade crescente entre as competidoras.[1][2]
O enredo do filme é fundamentado na rivalidade entre Emilinha Borba e Marlene, ocorrida na década de 1950. O título da produção, inclusive, reproduz o grito que os admiradores de ambas entoavam.[3][4]
Ficha técnica
Elenco
O elenco abaixo foi obtido da Cinemateca Brasileira:[1]
- Sônia Mamede como Rosa Flôr
- Nádia Maria como Déa Cristal
- Walter D'Ávila como Evaristo
- Cyll Farney como Fernando
- Pituca como Baturité
- Margarida Ramos como Celeste
- Grijó Sobrinho como Rei do queijo de cacau
- Armando Nascimento como Rei do mingau em lata
- Celeste Aída como Diretora do fã-clube Déa Cristal
- Suzy Kirbi como Diretora do fã-clube Rosa Flôr
- Dinorah Marzullo
- Murilo Néri
Créditos
- Carlos Manga (direção)[1][2]
- José Cajado Filho (argumento e roteiro)[1][2]
- Haroldo Barbosa (argumento)[1][2]
- César Ladeira (argumento)[1][2]
- Antônio Gonçalves (cenografia)[1][2]
- Ozen Sermet (cenografia)[1][2]
- Aloísio Viana (som)[1][2]
- Waldemar Noya (montagem)[1][2]
- Paulo Garias (maquiagem)[2]
- Zilda Karota (penteado)[2]
- Atlântida Cinematográfica (produção)[1]
- União Cinematográfica Brasileira S.A. (distribuição)[1]
Repercussão
No livro biográfico de Carlos Manga, intitulado Quanto mais cinema melhor, Sérgio Cabral menciona É a Maior! como um dos filmes que não deixou uma lembrança que fizesse o diretor se orgulhar de sua obra.[3] Ainda assim, o crítico Adolfo Cruz, do jornal A Notícia, classificou o filme como uma comédia que exibe com felicidade e admirável bom humor certas figuras altamente populares do rádio.[3]
Referências
- ↑ a b c d e f g h i j k l «É a Maior!». Cinemateca Brasileira. Consultado em 14 de fevereiro de 2025. Arquivado do original em 9 de fevereiro de 2025
- ↑ a b c d e f g h i j k «É a Maior!» 00124 ed. Cinelândia. 1958. Consultado em 14 de fevereiro de 2025 – via Hemeroteca Digital Brasileira
- ↑ a b c Sérgio Cabral (Agosto de 2016). Quanto mais cinema melhor: Uma biografia de Carlos Manga. [S.l.]: Lazuli. 230 páginas. ISBN 9788578651091. Consultado em 14 de fevereiro de 2025
- ↑ Adamatti, Margarida Maria (2007). A crítica cinematográfica e o star system nas revistas de fãs: A Cena Muda e Cinelândia (1952 – 1955) (PDF) (Dissertação de Pós-Graduação). Universidade de São Paulo. p. 226. Consultado em 14 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada (PDF) em 13 de agosto de 2017
Ligações externas
- É a Maior! no IMDb
- É a Maior! no AdoroCinema